BUSCA DE MEDICAMENTOS
   
 
  EXTRANET
  LOGIN
   
  SENHA
   
 
  LINKS ÚTEIS
  WHO-OMS
  FioCruz
  Ministério da Saúde
  SUS
  ANVISA
     
     
 
 
  NOTÍCIAS ANTERIORES
   11/05/2007
Presidente do Lafepe participa de evento
   21/05/2007
Lafepe receberá africanos próxima sexta
   25/05/2007
Botsuanos impressionados com o Lafepe
   25/05/2007
Matéria veiculada no Jornal do Commercio
   12/06/2007
Roubo de remédios investigado
   14/06/2007
Remédio barato em rede de supermercado
   19/06/2007
Curso aborda novas tendências em Farmacologia
   27/06/2007
Chega ao País lote de genérico
   05/07/2007
Redução para remédio da Aids
   06/07/2007
Multinacional que fechar parceria com o Lafepe
 
 
 
 
 
 
 
Principal -> Medicamentos -> [ Rifampicina ]
  LAFEPE RIFAMPICINA TUBERCULOSTáTICOS  
Identificação do Produto:


Formas Farmacêuticas e Apresentações:


Comprimidos:

Caixas com 50 envelopes com 10 comprimidos


Composição:

Cada comprimido contém:
Rifampicina ...................................... 300 mg
Excipiente adequado q.s.p 1 cápsula



Suspensão oral


Caixas com 50 frascos de 50 mL


Composição Cada mL da suspensão contém:
Rifampicina ....................................... 20 mg
Veículo adequado q.s.p 1 mL



Informaçoes Técnicas:


A Rifampicina é um derivado semi-sintético da Rifamicina B, esta, produzida com resultado de processo de fermentação do Streptomyces mediterranei. Com ação em diversas bactérias Gram-negativas e Gram-positivas.


Mecanismo de Ação:

O principal mecanismo de ação é a inibição da atividade RNA-polimerase DNA-dependente. Embora tenha boa ação antibacteriana, tem sido reservado para o tratamento de hanseníase e tuberculose, em associação com outros antibacterianos, causando rápida resistência, principalmente por mutação na unidade b da RNA-polimerase.


Farmacocinética:

Tem boa absorção no trato gastrointestinal, se reduzindo, no entanto, na presença de alimentos. Apresenta boa distribuição, atingindo inclusive o sistema nervoso. Atravessa a barreira placentária e leite materno. Sua metabolização se faz no fígado, com meia-vida de 3 horas de 600mg, diminuindo um pouco com doses repetidas o que é recompensado porque apresenta ação antibacteriana com níveis mínimos de concentração sangüínea.


Indicações:


A Rifampicina está indicada para o tratamento das diversas formas de tuberculose e hanseníase, causadas por microrganismos sensíveis, mesmo que em associação com outros antibacterianos, na tentativa de diminuir a resistência. É também o fármaco de escolha no tratamento de portadores nasofaringeos de Neisseria meningitides de indivíduos que mantiveram contato com portadores de meningite miningocócica ou de crianças pequenas e sem imunização específica, que tiveram contato familiar com miningite pelo Hemófilo B.


Contra-Indicações:


Pacientes com história anterior de hipersensibilidade às rifamicinas ou portadores de insuficiência hepática, pelo risco de agravamento deste quadro e ainda, uso concomitante de contraceptivos orais ou fármacos hepatotóxicos, insuficiência renal grave, gravidez e lactação.


Interação Medicamentosa:


A Rifampicina pode causar diminuição dos níveis de prednisona, quinidina, cetoconazol, propanolol, digitoxina, clofibra e da sulfoniluréia, além de diminuir a eficácia dos anticoagulantes cumarínicos e dos contraceptivos orais. Além disso, é sabido que os antiácidos e o cetoconazol reduzem a absorção intestinal da Rifampicina.


Reações Adversas:


Rubor facial, prurido e rush cutâneo generalizado, assim como púrpura, epistaxe, metrorragia, hemorragia gengival e anemia hemolítica. Síndrome pseudogripal com febre, astenia, cefaléia, tremores e mialgia, podendo evoluir com nefrite intersticial, necrose tubular aguda, trombocitopenia e choques. Na área digestiva: Mal estar, inapetência, náusea, vômitos, icterícia, insuficiência hepática e diarréia.


Precauções:


O aparecimento de coloração avermelhada na urina, saliva, lágrimas e lentes de contato gelatinosas, podendo inclusive manchá-las definitivamente. Hiperbilirrubinemia ou aumento de transaminases por isoladamente não impõem a suspensão do tratamento, sugerindo-se uma avaliação clínica e laboratorial antes de qualquer decisão. Exames pré-clínicos demonstraram teratogenia quandoutilizado em roedores, sob doses elevadas. Portadores de disfunção hepática só devem fazer uso desta terapêutica depois de totalmente avaliada a relação risco/benefício.


Posologia:



As doenças de notificação obrigatória como hanseníase e tuberculose, devem obedecer os esquemas de tratamento preconizados pelas Normas para Controle de Tuberculose do Ministério da Saúde (1995). Na ausência de meningite, a tuberculose poderá ser tratada com 10mg/Kg de peso/dia, em pacientes com menos de 20 Kg de peso. Acima disso, deve-se usar 300 a 600 mg/dia, em dose única (matinal), ou em duas tomadas.


Similares:



Rifaldin, Rifocina
 
 
 
<< Voltar  
PRINCIPAL | INSTITUCIONAL | FÁBRICAS | FARMÁCIAS | MEDICAMENTOS | P&D | LINKS | NOTÍCIAS | LICITAÇÕES | FALE CONOSCO

LABORATÓRIO FARMACÊUTICO DO ESTADO DE PERNAMBUCO S/A - LAFEPE
Largo de Dois Irmãos, 1.117 - Dois Irmãos - CEP: 52.171-010 - PABX: 81 3267-1100
Resolução mínima 800x600 © Copyright - 2006 - LAFEPE