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  LAFEPE HIDRóXIDO DE ALUMíNIO ANTIáCIDOS/ANTIULCEROGêNICOS  
Identificação do Produto:


Formas Farmacêuticas e Apresentações:


Suspensão oral: Caixa com 50 frascos com 150mL
Composição: Cada mL da suspensão contém:
Hidróxido de Alumínio ................................... 62 mg
Veículo adequado q.s.p .................................... 1mL


Informações técnicas:


Os antiácidos são compostos básicos que tem a finalidade de neutralizar o ácido produzido pelo estômago. Geralmente, os portadores de desequilíbrio entre os mecanismos de secreção gástrica e os de proteção da mucosa são muitas vezes influenciáveis, ocasionando uma ocorrência de efeito placebo considerável.

As propriedades antiácidas e a adequação terapêutica de um produto, são também muito influenciadas pelo cátion metálico.
Os Hidróxidos de Alumínio e magnésio são os mais comumente usados.

Farmacocinética:


Os antiácidos variam na intensidade com que são absorvidos. Os que contêm alumínio, cálcio ou magnésio são menos completamente absorvidos do que os que contêm NaHCO3.
Os antiácidos insolúveis, que não reagem, passam pelo intestino e são eliminados nas fezes. Quando os produtos dos antiácidos que reagiram, entram no intestino, alguns cátions são absorvidos.

Nos indivíduos com função renal normal, os modestos acúmulos subseqüentes de Al3+ e Mg2+ não causam problema. Na insuficiência renal, o Al3+ absorvido, pode contribuir para osteoporose, encefalopatia e miopatia proximal. O Al(OH)3 e Mg(OH)2 que não reagirem, podem passar pelo intestino como compostos originais.
O Al3+ também é excretado nas fezes, como carbonato e hidróxido. O Mg2+ é eliminado como uma variedade de sais solúveis. Ambos os cátions, podem formar fosfatos insolúveis e outros compostos.

A ingestão dietética de Al3+ está normalmente na faixa de 10 mg diários, dos quais, cerca de 0,1% é absorvido. O uso de antiácidos, aumenta consideravelmente esta carga, e cerca de 0,1 a 0,5mg do cátion podem ser absorvido a partir de uma dose diária padrão de um antiácido, contendo Al3+, dependendo dos fatores dietéticos.
Em pessoas com função renal normal, a ingestão de antiácidos que contém Al3+, eleva a concentração plasmática média de Al3+ ao dobro. Como o Al3+ é eliminado na urina, as concentrações plasmáticas aumentam na deficiência renal, podendo ocorrer toxicidade.

Indicações:


O Hidróxido de Alumínio é indicado para: hipercloridia gástrica com ou sem lesões ulcerosas, gastrite, por sua ação antiácida neutralizante, lenta e suave, litíase fosfática urinária, por formar no intestino, fosfato de alumínio insolúvel, que é eliminado pelas fezes; esofagite de refluxo, hérnia de hiato e outras doenças que produzem hiperacidez gástrica.

Contra-Indicações:


O uso de antiácidos contendo alumínio, exceto na forma de fosfato, é contra-indicado em gestantes, no primeiro trimestre e em pacientes com hipofosfatemia, devido à propriedade dos sais de alumínio ligarem-se ao fosfato, depletando-o. O uso de antiácidos contendo alumínio é contra-indicado em pacientes com sintomas de apendicite, uma vez que esse medicamento pode aumentar o risco de perfuração, por efeito constipante, em crianças abaixo de 6 anos de idade, salvo recomendação médica e hemorragia gastrintestinal ou retal não _ diagnosticada.

Interações Medicamentosas:


Alterando o pH gástrico e urinário, os antiácidos podem alterar as taxas de dissolução e de absorção, a biodisponibilidade e a. eliminação renal de várias substâncias. Os compostos de Al3+ e Mg2+ alteram a motilidade gástrica, alterando portanto a velocidade na qual os fármacos atingem a superfície de absorção do intestino delgado. Os compostos de Al3+ são notáveis por sua propensão a adsorver fármacos e a formar complexos insolúveis que não são absorvidos. A menos que a biodisponibilidade também seja afetada, as taxas alteradas de absorção têm pouca importância clínica, quando os fármacos são dados cronicamente, em múltiplas doses. Em geral, é prudente evitar a administração concomitante de antiácidos e fármacos destinados à absorção sistêmica. A maioria das interações pode ser evitada, tomando-se antiácidos 2 horas antes ou após a ingestão de outros medicamentos.

Assim, por uma combinação de fatores, muitos antiácidos diminuem a biodisponibilidade das drogas. Os casos nos quais a diminuição pode ser clinicamente significativa incluem ferro, teofilina, antibiótico quinolona, tetraciclina, isoniazida e cetoconazol (dissolução reduzida por aumento de pH). Há também evidências de que os antiácidos diminuem a biodisponibilidade do etambutol, de alguns agentes antimuscarínicos, de benzodiazepínicos, fenotiazinas, ranitidina, indometacina, fenitoína, nitrofurantoína, vitamina A, fluoreto, fosfato, prednisona e procainamida.
Os antiácidos relatados diminuem a biodisponibilidade do atenolol e do propranolol, mas aumentam a do metoprolol. Os antiácidos aumentam a dissolução e a absorção das formas ácidas de sulfonamidas, a taxa de absorção de levodopa e o nível sangüíneo de ácido valpróico.

Como a alcalinização da urina, afeta a depuração renal dos fármacos que são ácidos ou bases fracas, a terapia concomitante com antiácidos aumenta a taxa de eliminação de salicilatos e de fenobarbital e diminui a eliminação de anfetamina; efedrina, mecamilamina, pseudo-efedrina e quinidina. Os antiácidos diminuem o metabolismo hepático de ranitidina e reduzem a
eficácia de nitrofurantoína na terapia de infecções das vias urinárias.

Efeitos Adversos:


A absorção de NaHCO3 não-neutralizado causa alcalose. Os antiácidos neutralizados também podem causar alcalose, por permitir a absorção de NaHCO3 endógeno, poupado pela adição de equivalentes neutralizantes exógenos no trato gastrintestinal.
Esses distúrbios do equilibrio ácido-básico pelos antiácidos, geralmente são passageiros e clinicamcnte insignificantes, em indivíduos com função renal normal.

No passado, quando grandes doses de NaHCO3 ou CaCO3 eram comumente administradas com leite ou creme para tratamento de úlcera péptica, a síndrome de leite-álcali ocorria com freqüência. Esta síndrome resulta da ingestão de grandes quantidades de Ca2+ e álcali absorvível. Os efeitos consistem em hipercalcemia, secreção reduzida de paratormônio (PTH), retenção de fosfato, precipitação de sais de Ca2+ nos rins e insuficiência renal. Entretanto, hoje em dia os esquemas terapêuticos que destacam o uso de laticínios raramente são prescritos.

Em geral, na alcalúria decorrente do uso a longo prazo de qualquer antiácido predispõe à nefrolitíase porque favorece a precipitação de fosfato de cálcio. A maioria dos antiácidos pode elevar o pH urinário em cerca de uma unidade de pH, causando os efeitos esperados na reabsorção tubular e na eliminação urinária de ácidos e bases fracos. A liberação de CO2 do bicarbonato e antiácidos contendo carbonato podem causar eructação, náuseas ocasionais, distensão abdominal e flatulência. A eructação pode exacerbar o refluxo gastroesofagiano.

O Hidróxido de Alumínio possui a capacidade de unir-se aos fosfatos, quando em doses excessivas e em doses normais, com dietas altas em fosfatos. Isto pode dar origem a hiperfosfatemia e hipercalcúria. O empobrecimento agudo de fosfato pode dar lugar à anorexia, debilidade muscular e à longo prazo, mobilização de cálcio, com risco de osteomalácea. Em pacientes dialisados, que utilizam altas doses de Hidróxido de Alumínio pode ocorrer um quadro de demência dialítica, produzido por uma alta concentração de alumínio ao nível da substância cinzenta do cérebro . O Hidróxido de Alumínio, possui um efeito adstringente, podendo então causar prisão de ventre.

Posologia:


O Hidróxido de Alumínio deve ser administrado através de 1 copo-medida, à cada 2 horas, ou 3 vezes ao dia, entre as refeições.

Superdose:


Na ausência de experiência com superdose aguda, é razoável agir sobre os procedimentos gerais de lavagem gástrica e tratamento geral de suporte, incluindo vigilância e controle hidroeletrolítico.

Efeitos Adversos:

Antiácido contendo alumínio, pode causar constipação, diminuição da motilidade intestinal, desidratação ou restrição líquida.São fatores que predispõem à obstrução intestinal, podendo ocorrer também diarréia.

Gravidez e Lactação:


A utilização de antiácido durante a gravidez e lactação, somente deve ser efetuada, sob orientação médica, assim como administração para crianças.

Similares:


Aclorisan, Alcalone, Fluagel, Hidróxido de Alumínio, Hidrogel, Noacid, Pepsamar
 
 
 
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