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  LAFEPE DIPIRONA SóDICA ANALGéSICOS  
Identificação do Produto:

Formas Farmacêuticas e Apresentações:


Comprimidos: Caixa com 50 envelopes com 10 comprimidos.

Composição: Cada comprimido contém:
Dipirona Sódica ....................................... 500 mg
Excipiente adequado q.s.p ............... 1 comprimido

Solução oral :


Composição: Caixa com 100 frascos com 10mL

Cada mL contém:
Dipirona Sódica ....................................... 500 mg
Veículo adequado q.s.p ............................... 1 mL

Solução Injetável :

Composição: Caixa com 100 ampolas com 2mL
Cada ampola contém:

Dipirona Sódica ....................................... 500 mg
Veículo adequado q.s.p ............................... 2 mL

Informações Técnicas:

Dipirona ou Metimazol Sódico (2,3 Dimetil-1 fenil-5 pirazolona-4 metilamina metanosulfonato sódico), é um derivado pirazolônico com ação analgésica e antipirética, usados há muito tempo, que ainda hoje gozam prestígio, embora seus efeitos colaterais sejam desagradáveis.

Farmacocinética:

Utilizando-se a Dipirona por via oral a sua absorção se dá pelo trato gastrointestinal, a exemplo dos outros analgésicos, embora os derivados pirazolônicos possam ser utilizados por vias intramuscular e venosa.

Níveis plasmáticos são obtidos rapidamente dentro de poucas horas, sendo que 58% da droga se fixa às proteínas do plasma, com duração de efeito aproximadamente 4 a 6 horas, independentemente da via usada e sua biotransformação é hepática, sofrendo excreção renal.

Mecanismo de Ação:

A Dipirona atua no SNC e perifericamente, inibindo a cicloxigenase, que é uma enzima fundamental para a produção de prostaglandinas, que por sua vez contribuem no processo álgico (dor) e pirético (febre).

Indicações:

A Dipirona é usada em estados de dor, febre e espasmos como analgésico, antipirético e antiespasmódico.

Contra-Indicações:

A Dipirona é contra-indicada em pacientes com hipersensibilidade aos derivados pirazolônicos, e pacientes gestantes e lactantes, portadores de doenças hepáticas e carência congênita de Glucose-6-Fosfatodihidrogenase.

Interação Medicamentosa:


Doses pequenas de Dipirona deverão ser dadas a pacientes com uso concomitante de alopurinol, porque esta droga inibe as enzimas hepáticas responsáveis pelo metabolismo da Dipirona, podendo potencializar os efeitos tóxicos da mesma. Os agentes anticoagulantes cumarínicos têm a sua ação diminuída, necessitando de doses maiores quando usados, pois parece que Dipirona acelera o metabolismo hepático dos cumarínicos. Uma interação se verifica quando se associa o uso de Dipirona com drogas nefrotóxicas, levando ao perigo de uma somação de efeitos, perturbando a função renal. A Dipirona associada a clorpromazina pode produzir grave diminuição dos níveis plasmáticos de ciclosporina e hipotermia grave. Também, o uso de anticoncepcionais, prolonga os níveis dos pirazolônicos no plasma das mulheres aumentando a possibilidade de efeitos tóxicos.

Reações Adversas e Toxicidade:

A Dipirona produz intoxicação sobre a série de células brancas do sangue, produzindo agranulocitose que, na maioria das vezes, é precedida de febre, mal-estar, faringite e ulcerações na boca.
A contagem dos leucócitos cai para níveis muito baixos. Se cuidados médicos não forem dispensados a estes pacientes, eles marcharão inexoravelmente para a morte.

Outros tipos de reações causadas pela Dipirona são: excitação do sistema nervoso central e reações alérgicas, hipotermia e reação de sensibilidade que afeta a pele (urticária), a conjuntiva e as mucosas nasofaringeanas.

Posologia:

Via oral: 01 comprimido a cada 4 ou 6 horas, ou em Solução Oral: 30 gotas a cada 8 horas, ou a cada 6 horas.

Via intramuscular ou intravenosa: Solução Injetável; aplicar ½ a 01 ampola até 04 vezes ao dia, ou a critério médico.

Superdose:

Em casos de superdose com a Dipirona, observam-se: distúrbios renais transitórios com oligúria e anúria, acompanhados de proteinúria e inflamação do tecido renal. Choque após injeção intravenosa, sendo maior risco na administração rápida; discrasias sangüíneas, como agranulocitose, leucopenia, trombocitopenia, com risco de vida.

O tratamento consiste em retirada imediata da droga, acompanhada de terapêutica sintomática. Para a agranulocitose não existe tratamento específico. Aconselha-se o uso de antibióticos, pois a baixa de leucócitos, leva ao aparecimento de processos infecciosos.

Efeitos Colaterais:

Raramente ocorrem reações de hipersensibilidade.

Produtos Similares:

Anador, Analgex, Analgin, Baralgin, Conmel, Debela, Dipirol, Dipirona, Doran, Dornal, Magnopirol, Nalginin, Nevalgina, Novalgina.
 
 
 
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