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Principal -> Medicamentos -> [ Cloreto de Potássio ]
  LAFEPE CLORETO DE POTáSSIO REIDRATANTES  
Identificação do Produto:

Formas Farmacêuticas e Apresentações:


Solução injetável: Caixa com 100 ampolas de 10 mL
Composição: Cada mL contém:
Cloreto de Potássio .................... 190 mg
Água para injetáveis q.s.p 1 mL


Mecanismo de Ação:


Como cátion mais abundante no espaço intracelular da maioria dos tecidos do corpo, o potássio participa da manutenção da osmoralidade celular, transmissão de impulsos nervosos, contração da fibra muscular, manutenção das funções renais e outros processos fisiológicos.

Farmacocinética:


Uma vez infundido nos líquidos orgânicos, os íons Cl_ e K+, de ocorrência natural no organismo, ocupam os espaços intra e extracelular com direção e velocidade determinadas por condições variáveis como a concentração prévia dos íons, a presença de proteínas, hormônios ou outros eletrólitos, etc., tornando assim altamente variável a farmacocinética deste medicamento.

Indicações:


Como a hipocalemia geralmente está acompanhada de alcalose metabólica, o Cloreto de Potássio é o sal de eleição para repor estoques de potássio perdidos por diuréticos tiazídicos ou de alça, ou por diarréia intensa, ou ainda pelo uso de corticosteróides por doenças suprarrenais e doenças tubulares renais. Pode também ser usado em pacientes nos quais a depleção de potássio representa risco elevado, como os cirróticos ou digitalizados. Também é usado para o tratamento de intoxicações digitálicas e paralisia periódica hipocalêmica. A via intravenosa é usada nas emergências ou quando o paciente não pode engolir.

Contra-Indicações:


Hipercalemia de qualquer origem, insuficiência renal grave com oligúria, doença de Addison descompensada, paralisia periódica familiar, desidratação aguda em fase hipovolêmica, choque térmico, politraumatismos e pacientes que estejam recebendo diuréticos poupadores de potássio como a espirolactona.

Reações Adversas:


Manifestações digestivas como náuseas, vômitos, dores abdominais e diarréias, ocorrem com o uso prolongado da forma oral. Porém o uso em doses adequadas, por via intravenosa, não apresenta efeitos colaterais.

Posologia:


Posologia muito variável, dependendo da indicação clínica e das perdas. Em crianças desidratadas sob tratamento parenteral, geralmente são necessários 2,5 à 5,0 mEq de potássio (1 a 2 mL da solução a 19,1%) por Kg de peso corporal, em 24 horas.
Para adultos, a velocidade máxima gira em torno de 10 a 30 mEq/hora.

Precauções:


Deve-se ter muito cuidado ao administrar potássio em pacientes com insuficiência renal ou adrenal, com cardiopatia ou desidratação aguda, choque térmico, destruição extensa de tecidos, como ocorre em grandes queimados, ou ainda em pacientes que estão fazendo uso de diuréticos poupadores de potássio.

O uso excessivo de substitutos do sal, à base de potássio, pode produzir o seu acúmulo, principalmente em portadores de insuficiência renal.

ATENÇÃO: Não misture medicamentos diferentes. A troca pode ser fatal. Certifique-se que está sendo administrado o medicamento prescrito. Deve-se ter extremo cuidado para não trocar as ampolas com soluções diferentes.

Superdose:

Doses exageradas de Cloreto de Potássio podem ocorrer por troca de ampolas na fase de preparação da solução. Fatores contribuintes para hipercalemia são a transfusão de sangue, o uso de diuréticos poupadores de potássio, insuficiência adrenocortical ou renal, acidoses, queimaduras extensas, ou politraumatismos. As manifestações incluem fraqueza muscular, parestesias, paralisias, hipotensão, arritmias e parada cardíaca. Hipercalemias fatais podem se desenvolver de forma rápida e sem sintomas.
O tratamento consiste no uso do gluconato de cálcio, infusão de soluções concentradas de glicose, resinas trocadoras de cátions (por enema ou por via oral), insulina, e quando indicado, bicarbonato de sódio. Diálise peritonial ou extracorpórea podem ser cogitadas nos casos mais graves.

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Cloreto de Potássio de vários Laboratórios.
 
 
 
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