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PIRAZINAMIDA

Suspensão oral:
Caixas com 50 frascos de 150 mL
Composição: Cada mL da suspensão contém:
Pirazinamida ………………………………………. 30 mg
Veículo Adequado q s p 1 mL

Mecanismo de Ação:
É um análogo químico da nicotinamida. Tem ação bacteriostática sobre o Mycobacterium tuberculosis. Age somente em meio ácido e contribui para a eliminar bacilos presentes dentro de macrófagos. Desenvolve rapidamente resistência bacteriana e deve ser empregada por poucos meses, sempre em associação com outros agentes contra a tuberculose.

Indicações:
Tratamento das diversas formas de tuberculose, na primeira etapa do esquema básico, dentro da associação com a Rifampicina e a Isoniazida.

Contra-Indicações:
Portadores de insuficiência hepática.

Precauções:
Todos os pacientes candidatos ao uso de Pirazinamida devem ser submetidos a testes de função hepática antes e durante o uso. Se houver indícios de dano hepático não se prescreve o medicamento ou seu emprego é suspenso. A Pirazinamida desenvolve rapidamente a resistência se for empregado isoladamente.
Pode precipitar crise de gota e deve-se tomar cuidado ao prescrevê-la para doentes com insuficiência renal. A sua utilização por lactantes deve ser bem avaliada uma vez que é encontrada no leite materno.

Posologia:
Aconselha-se observar o Manual de Normas para Controle de Tuberculose do Ministério da Saúde (1995). A etapa inicial do tratamento da tuberculose, na qual se emprega a Pirazinamida, não deve superar os dois meses. A dose é de 35 mg/Kg de peso corporal para pacientes com até 20 quilos. Entre 20 e 35 Kg, empregam-se 1.500 mg e pacientes com mais de 45 Kg, devem usar 2.000 mg ao dia. A administração é feita em dose única diária.

Reações Adversas:
A manifestação adversa mais freqüente é a poliartralgia (40%). Outros efeitos são vômitos, anorexia, mal-estar geral, aumento de ácido úrico. Quando aparecem sinais de gota e o paciente necessita do tratamento com Pirazinamida pode-se introduzir alopurinol ou probenecida. Pode descompensar diabetes mellitus.
A Pirazinamida pode causar hepatotoxicidade cuja incidência aumenta com o emrpego de doses elevadas, ou nos esquemas
prolongados. Na posologia em uso atualmente, com durração não superior a 2 meses, as manifestações hepáticas geralmente são transitórias.
Interação Medicamentosa:
A probenecida diminui a excreção e pode aumentar os níveis de Pirazinamida.
Interferências em Exames de Laboratório:
O fármaco interfere em testes de determinação de derivados da acetona na urina.

Posologia:
Aconselha-se a observação do Manual de Normas para Controle de Tuberculose do Ministério da Saúde (1995). A etapa inicial do tratamento da tuberculose na qual se emprega a PIRAZINAMIDA, não deve superar os 2 meses. A dose é de 35 mg/kg de peso corporal para pacientes com até 20 kg. Entre 20 e 35 kg de peso corporal indica-se a dose de 1g/dia. Entre 35 e 45 kg devem usar 2g/dia. A administração é feita em dose única diária.