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SAIS PARA REIDRATAÇÃO

Identificação do Produto:

Formas Farmacêuticas e Apresentações:

Pó Oral:

Caixa com 200 sachês com 27,9 g

Composição: Cada sachê contém:
Cloreto de sódio ……………………………………….. 3,5 g
Cloreto de Potássio ……………………………………. 1,5 g
Citrato de sódio ………………………………………… 2,9 g
Glicose…………………………………………………… 20,0 g

Farmacologia:

O produto é uma mistura de sais de potássio e sódio, com glicose em proporções propostas pela Organização Mundial de Saúde com a finalidade de servir de reposição às perdas hidrossalinas de pacientes com diarréia volumosa, capaz de expoliar o organismo no que se refere a água e eletrólitos.

Farmacocinética:

A água e os eletrólitos são absorvidos da luz intestinal através de células da mucosa principalmente no duodeno e jejuno. O principal mecanismo de absorção de sódio é o acoplamento com a glicose, num sistema ativo. A absorção de sódio e glicose atrai, por força osmótica, grande quantidade de água. Sódio, citrato e outros eletrólitos distribuem-se nos setores intra e extracelulares, sem ligações com proteínas. A glicose é metabolizada em diversos tecidos através de sistemas enzimáticos para a produção de energia, para obtenção de metabolismo intermediário em diversas vias de biossíntese, ou é armazenada como glicogênio. A concentração máxima é atingida quando o corpo recupera os níveis fisiológicos de água e eletrólitos e varia bastante.

Indicações:

Reposição das perdas acumuladas de água eletrólitos (reidratação) ou para a manutenção de hidratação (após a fase de reidratação) em quadros de doença diarréica aguda.

Contra-Indicações:

Íleo paralítico, obstrução ou perfuração intestinal e vômitos incoercíveis.

Reações Adversas:

Não se observam com a posologia recomendada.

Precauções:

Soluções contendo potássio podem ser perigosas se a função renal estiver diminuída. Havendo diurese adequada os rins corrigem eventuais desvios nos teores de eletrólitos. A preparação da solução final deve ser cuidadosa para evitar soluções mais concentradas.
A solução pronta deve ser mantida em temperatura ambiente por tempo não superior a 24 horas.

Posologia:

Para preparar, dilui-se um envelope em 1 litro de água filtrada ou fervida, fria, conservando-se em lugar fresco ou na geladeira após o preparo. A solução deve ser oferecida em pequenas quantidades, com grande freqüência. Embora os volumes necessários sejam muito variáveis, pode-se planejar para a primeira fase, que é de reposição, cerca de 100 a 150 mL/Kg de peso, administrados em cerca de 6 horas. Na fase seguinte, que é a de manutenção, os volumes podem ser menores e alternados com outros líquidos (leite, suco, chás, sopas, etc.). A freqüência das micções e os demais sinais clínicos orientam quanto aos volumes necessários.

Superdose:

Preparações errôneas podem levar a hipernatremia grave com hipertermia, sede e oligúria, além de sintomas neurológicos como irritabilidade, hipereflexia, rigidez de nuca, depressão da consciência e convulsões. Também podem conduzir a hipercalemias com fraqueza, paralisias musculares, falência circulatória, arritmias e parada cardíaca. A correção dos desvios deve ser monitorada por exames de laboratório e requer uso de soluções adequadas a cada caso, por via intravenosa. Convulsões necessitam de medicação anticonvulsivante por via intravenosa.

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