Timbaúba recebe a 39ª farmácia do Lafepe

O Laboratório Farmacêutico do Estado de Pernambuco Governador Miguel Arraes abre, amanhã (28/07), mais uma filial na Mata Norte.

 Amanhã o Lafepe inaugura mais uma farmácia, sendo a 4ª na Mata Norte. Com a estimativa de atender dez mil pessoas por mês, o estabelecimento beneficiará a população de Timbaúba, distante 93 quilômetros da capital pernambucana, que é de cerca de 51 mil pessoas, além dos municípios de Ferreiros, Macaparana, São Vicente Ferrer e Aliança, totalizando 123 mil beneficiados. Esta é a segunda farmácia inaugurada em menos de um mês. No último dia 15, a unidade de Fernando de Noronha foi aberta levando medicamentos a baixo custo a mais de três mil habitantes do arquipélago.

Com esta inauguração, o Lafepe contará com uma rede de 39 filiais, distribuídas entre a capital e o interior de Pernambuco, onde dispõem de 220 produtos, sendo 33 de fabricação própria e 187 genéricos que são adquiridos pelo processo de licitação pública.

Segundo o presidente do Lafepe, Luciano Vasquez, estas últimas unidades estavam praticamente prontas e por conta disso as inaugurações foram em tempo recorde. “Estávamos com toda a obra pronta acertando apenas os últimos detalhes. A parceria que fizemos com a prefeitura de Timbaúba e a administração de Fernando de Noronha proporcionou esta rapidez na hora de definir não apenas o local de funcionamento das farmácias, mas durante toda a  reforma do estabelecimento em si”, disse.

O horário de funcionamento do estabelecimento será de segunda a sexta-feira, das 8 às 17h, e aos sábados, das 8 às 12h. A farmácia contará com a presença diária de um farmacêutico para aviar as receitas e tirar dúvidas dos clientes.

Dentre os 220 medicamentos comercializados pelo Lafepe e que atendem a mais de 70% das patologias, encontram-se anti-hipertensivos, antidiabéticos, antiparasitários, antibióticos, anti-ulcerosos, vitaminas, analgésicos e antitérmicos.

Com valores até 1.400% mais baixos em relação aos da iniciativa privada, é possível encontrar nas farmácias do Lafepe medicamentos de fabricação própria, como o analgésico dipirona, envelope com 10 comprimidos de 500 mg, a R$ 0,70. O mesmo, quando produzido por outros laboratórios, chega a custar R$ 2,80 na rede privada.

Outros exemplos são os anti-hipertensivos Hidroclorotiazida e Captopril também fabricados pelo Lafepe. O primeiro, envelope com 10 comprimidos de 25 mg, é adquirido ao preço de R$ 0,25 pelo o consumidor. Já em outras lojas, este produto pode ser encontrado por R$ 1,50. O Captopril, envelope com 30 comprimidos de 25 mg, é adquirido a R$ 1,35 na rede de farmácias Lafepe. Este medicamento é comercializado, na rede privada, pelo preço médio de R$ 20,00.

A rede de farmácias Lafepe atende, atualmente, cerca de 300 mil pessoas por mês, com valor médio do cupom fiscal de R$ 4,90, o que comprova o atendimento às classes sociais menos favorecidas.

Criado em 1965, o Lafepe tem como objetivo produzir medicamentos a baixo custo para a população de menor poder aquisitivo. Em parceria com a Secretaria de Saúde, o Lafepe, que possui sede em Recife, tem como finalidade, no projeto de suas farmácias, a comercialização de medicamentos com preços inferiores aos oferecidos pelo mercado.

Até o final do ano estaremos inaugurando mais uma filia na cidade de Petrolina. A ação elevará para 40 o número de farmácias em todo o estado, o que possibilitará o acesso a medicamentos básicos a mais de 350 mil pernambucanos

Lafepe comemora 45 anos com festa e inaugurações

Matéria veiculada no Diário Oficial de Pernambuco

O Governador Eduardo Campos e o presidente Luciano Vasquez inauguraram o novo prédio da unidade de manutenção e o Memorial Governador Miguel Arraes

Sec. de Imprensa

O governador Eduardo Campos participou da cerimônia que comemorou os 45 anos do Laboratório Farmacêutico do Estado de Pernambuco Governador Miguel Arraes de Alencar – Lafepe. A solenidade aconteceu na sede do Laboratório, no bairro de Dois Irmãos.

A celebração não foi só de festa, mas também de trabalho. O Governador e o presidente Luciano Vasquez inauguraram o novo prédio da unidade de manutenção e o Memorial Governador Miguel Arraes. O memorial conta com uma galeria de fotos do político e as placas originais da época do lançamento do laboratório que haviam sido arrancadas na gestão anterior.

Eduardo Campos ressaltou ainda a importância que os laboratórios estaduais têm hoje no Brasil. “O País ainda paga enormes quantias às patentes estrangeiras que dominam o mercado de remédios em todo o mundo. O Lafepe é um exemplo do esforço que fazemos para fortalecer a política pública de medicamentos”, afirmou.

Também presentes no evento, diversos parentes do ex-governador Miguel Arraes, como a deputada federal Ana Arraes (filha) e a viúva Magdalena Arraes, Paulo Guerra Filho, entre outros políticos e autoridades municipais.

Histórico – Idealizado no primeiro Governo de Miguel Arraes (1963-1964) e inaugurado por Paulo Guerra em 1965, o Lafepe vem prestando enormes serviços ao povo pernambucano, principalmente aos mais pobres. “É muito bom que o Lafepe tenha sobrevivido à onda de privatizações que varreu o País e que hoje venha se reestruturando na nossa gestão”, disse Eduardo.

Lafepe celebrará 45 anos de vida em grande estilo

Os 45 anos do Laboratório Farmacêutico do Estado de Pernambuco (Lafepe) Governador Miguel Arraes serão comemorados em grande estilo. Além da inauguração do novo prédio da unidade de Manutenção, será entregue aos lafepianos o memorial Governador Miguel Arraes. O espaço, localizado na entrada do prédio sede da empresa, servirá como mais um local de visitação da empresa para funcionários e visitantes. O evento acontecerá próxima quinta-feira, às 17h.

De acordo com o presidente do Lafepe, Luciano Vasquez, há muito o quê se comemorar nos 45 anos do laboratório pernambucano. “Estamos trabalhando no rumo certo. Fechamos várias parcerias ao longo destes mais de três anos à frente da empresa além da reforma de vários setores na fábrica”, comentou.

O presidente também ressalta a importância do memorial Governador Miguel Arraes. “Neste aniversário de 45 anos, nada mais justo do que prestar uma homenagem ao Dr. Arraes. Ele foi o idealizador do Lafepe e lutou muito para que a empresa se tornasse o que é hoje, um dos laboratórios oficiais mais importantes do País. Por isso idealizamos este memorial que servirá como reconhecimento da importância do Dr. Miguel Arraes para a empresa”.

Vários políticos e autoridades municipais, estaduais e federais já confirmaram presença no evento que terá a apresentação da Orquestra de Câmara do Conservatório Pernambucano de Música.

Protozoário sobrevive na polpa de açaí, diz estudo

Publicado em 12.05.2010 no caderno Brasil do Jornal do Commercio

 

SÃO PAULO – O protozoário causador da doença de Chagas sobrevive na polpa do açaí mal higienizado, mesmo que o produto seja congelado a -20ºC. Só a correta pasteurização – tratamento que envolve aquecimento e rápido resfriamento –, ainda não obrigatória no Brasil, elimina o microrganismo. Os dados são de pesquisa liderada pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Os autores do trabalho, realizado a pedido do Ministério da Saúde, destacam que higienizar corretamente os frutos ainda é o método mais importante de prevenção.

O açaí industrializado, consumido nas grandes cidades, passa, em teoria, pelos processos, dizem os cientistas, e deve ser registrado no Ministério da Agricultura. A pasta informou ainda que, apesar de a legislação nacional ainda não exigir a pasteurização, visitas de fiscais às fábricas têm demonstrado que a maioria das empresas possui máquinas para realizá-la.

Por causa disso, informou ainda o ministério, o órgão “avalia a possibilidade de desenvolver estudos sobre metodologias de pasteurização”, que vinha defendendo desde a década passada.

Segundo destaca Luiz Augusto Passos, do Centro Multidisciplinar para a Investigação Biológica da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), o estudo, publicado na revista Advances in Food and Nutrition Research, é o primeiro a comprovar efetivamente que a polpa do fruto pode transmitir a doença de Chagas, apesar das suspeitas.

“Não havia dado que mostrasse que essa via era factível”, disse o cientista, que trabalhou ao lado de pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro e da Universidade de São Paulo.

A doença de Chagas é uma enfermidade infecciosa febril causada pelo protozoário Trypanosoma cruzi. Pode ser adquirida pelo contato direto com as fezes do barbeiro e causa problemas cardíacos e digestivos. No caso da transmissão oral, em razão da higiene inadequada do açaí, fezes ou o próprio inseto são processados junto com a polpa e ingeridos.

Só no ano passado, o Brasil registrou 226 casos da doença, a maioria deles no Pará e, calcula-se, 80% ligados ao consumo de alimentos, principalmente o açaí.

Presidente do Lafepe é destaque na revista Exame

O presidente do Lafepe, Luciano Vasquez, foi destaque da última edição da revista Exame, no quesito Gestão Pública. Vasquez relatou sua experiência sobre os entraves burocráticos enfrentados pelo Lafepe na aquisição de matéria-prima para a fabricação de alguns medicamentos.

“Este debate esta na ordem do dia das entidades representativas das empresas estatais, como Presidente da ALFOB (Associação Nacional dos Laboratórios Oficiais) estamos promovendo este movimento para um grande debate a cerca dos (novos – sugestão) procedimentos licitatórios para as Sociedades de Economia Mista, visando uma maior velocidade e celeridade no mercado competitivo globalizado nos processos de aquisição, contratação de bens e serviços”, disse o presidente do Lafepe.

Luciano entende que é necessário o acompanhamento dos órgãos de controle (TCU, TCE’s, Controladorias, Contadorias, Auditorias, Procuradorias, Ministério Público, etc.) nas contas de Empresas Públicas, porém sem prejudicar a capacidade de competição dessas empresas no mercado nacional e internacional.

“A lei 8.666 é de 1993 (17 anos) e o mundo mudou, o Brasil avançou e as regras são as mesmas, dentro de uma limitação do “MENOR PREÇO” e o mercado comercial e econômico exige, além do preço ofertado, a qualidade e acima de tudo a pontualidade nas entregas, princípios cada vez mais longe de se observar nas Empresa Estatais, salvo raras exceções”, comentou Vasquez.

 

Veja a matéria na íntegra:

http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0962/gestao/nem-burocracia-aguenta-burocracia-533968.html

Lafepe estuda fazer segunda remessa de medicamentos para o Haiti

O Laboratório Farmacêutico do Estado de Pernambuco (Lafepe) Governador Miguel Arraes, doou no final do mês de Janeiro, duas toneladas de medicamos às vítimas dos terremotos no Haiti. A pedido do governador Eduardo Campos, o presidente do laboratório pernambucano, Luciano Vasquez, se reuniu com todos os diretores da empresa para que o socorro às vítimas fosse feito o mais breve possível. Uma segunda remessa de medicamentos já está sendo programada para este primeiro trimestre.

 

O resultado da reunião foi o envio, em tempo recorde, de anti-infecciosos, anti-inflamatórios, anti-hipertensivos e anti-anêmicos para os haitianos.

O Lafepe já havia enviado uma remessa de 100 mil frascos de hipoclorito de sódio, que servirá para o combate de possíveis surtos de Cólera, que por ventura venham a acontecer. “Nossa preocupação foi de atender a necessidade emergencial dos haitianos. Estamos à disposição do governador Eduardo Campos e do presidente Lula para, caso seja necessário, fazermos uma nova remessa”, disse Vasquez

 

Ainda segundo o presidente do laboratório, a produção do Lafepe não será alterada. “Estamos enviando produtos que não irão nos desfalcar em nossas unidades farmacêuticas. Tudo está sendo bem planejado para que nem a população brasileira seja sacrificada por uma eventual falta de medicamentos, nem os nossos irmãos do Haiti fiquem sem a ajuda que tanto necessitam”.

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